segunda-feira, 10 de maio de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

ACABOU! Nasceu uma dissertação!

Hoje tive autorização para entregar a minha dissertação de mestrado integrado em Teologia. Ela foi dada pela minha orientadora, a Doutora Isabel Varanda.
Chega ao fim uma etapa importante do meu percurso académico... Talvez a mais difícil!
O trabalho está agora a corrigir...

A dissertação versa sobre um documento saído do diálogo ecuménico: a Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação. É o primeiro documento oficial sobre uma questão tão problemática, que envolve o mais fundo e fundamental do acreditar do Cristão (ser ou não ser salvo e como alcançar e realizar a salvação) e que esteve na origem da divisão da Igreja no ocidente, sendo considerada o primeiro artigo de fé da Reforma, e que foi aceite por ambas as partes, católica e luterana. Foi assinado no dia 31 de Outubro de 1999 em Augsburgo, uma data e um lugar com bastante significado no contexto da divisão ocorrida no século XVI. Este documento tem um forte significado ecuménico porque, através dele e da sua realização, podemos constatar que é possível uma aproximação das Igrejas e comunidades eclesiais, caminhando, assim, para a unidade querida e desejada por Jesus Cristo, não impondo a verdade mas aceitando mutuamente a verdade. O Ecumenismo e o Diálogo Ecuménico caracteriza-se e avança nesse sentido: chegar a consensos em verdades fundamentais e não impondo consensos nas verdades fundamentais. As Igrejas e comunidades eclesiais descobrem, desse modo, que é mais aquilo que as une do que aquilo que as separa.
Trabalhar para a unidade da e na Igreja de Jesus Cristo é um dever de todo o cristão. Não devemos forçar que ela aconteça. Temos que nos deixar envolver pela acção do Espírito de Deus na oração, no encontro e no diálogo com as Igrejas e comunidades eclesiais cristãs. Com esta convicção acreditaremos que realizaremos já a unidade. Todavia, a forma mais visível da unidade da Igreja de Cristo (celebração eucaristica em conjunto) acontecerá "de uma forma tão surpreendente como a queda do Muro de Berlim" (Walter Kasper), quer isto dizer, de uma forma tão surpreendente pois não é o Homem que a promove mas o Espírito de Deus, verdadeiro e único autor e guia do Diálogo Ecuménico.

E esta, hein? in i on-line

Não se passou assim tanto tempo que a palmatória tenha caído no esquecimento colectivo. A professora fria, austera e de régua na mão ainda assombra os pesadelos de muita gente crescida. E está de volta. Não aqui, em Portugal, onde a prática foi proibida em 1993, mas numa cidade de 60 mil habitantes do Texas nos Estados Unidos. Nas 14 escolas públicas de Temple, foram os próprios pais a pedir o regresso da reguada para disciplinar os filhos mais rebeldes. O conselho escolar da cidade votou e aprovou por unanimidade o castigo em Maio do ano passado, que só é aplicado pelo director e em casos considerados graves. Três reguadas na palma da mão é a pena máxima para os que agridem os professores e funcionários, para os que roubam os colegas, para os que são apanhados a assaltar a escola, ou que sejam acusados de bullying.

O castigo, instituído há quase um ano, só foi aplicado uma vez. Bastou para "reduzir drasticamente a violência escolar", explicou ao jornal "Washington Post" Steve Wright, o director do conselho escolar de Temple. O efeito preventivo da palmatória terá sido suficiente para assustar os alunos agressivos e todos estarão satisfeitos: pais, professores e alunos.

Em Portugal não seria bem assim. Só a ideia causa arrepios a uma boa parte dos pais e dos professores do ensino básico e secundário. Não só porque a pedagogia do medo já não tem muito sucesso entre os educadores portugueses, mas principalmente porque a maioria dos adultos ainda se lembra de quando era miúdo e teve de estender a mão à palmatória. A experiência pessoal conta muito para rejeitar a medida adoptada nas escolas do Texas.

Rosário Varela, professora de Português da Escola Secundária Luís Freitas Branco, em Oeiras, guardou um ódio de estimação tão profundo à sua professora primária que até se recusou a comparecer à homenagem que lhe prestaram há uns anos. Maria José Novo, professora do 1.o ciclo na Amadora também se recorda do medo que tinha de errar nas contas de matemática por causa das palmatórias. Fernanda Ramos, presidente da Associação de Pais da Secundária da Ramada (Odivelas), nem se lembra mais porque apanhou "tantas reguadas" na escola. Perante um passado tão tenebroso seria improvável que quisessem copiar a experiência americana.

O que defendem são doses elevadas de diálogo e também muita criatividade para despertar nos alunos o gosto de aprender. É o que dizem todos, sem excepção, mas também confessam que só isso não resolve nada. É a partir deste ponto que começam as queixas. Professores acusam os pais de se demitirem da educação dos seus filhos. Pais criticam os professores por não estarem preparados para lidar com a indisciplina na escola, apesar de admitirem que, em regra, há cada vez mais encarregados de educação "divorciados" da escola, diz Paula Chuço, da associação de pais Agrupamento Vertical de Mora. Só que isso não serve como única justificação: "As crianças são por natureza irrequietas e não basta querer para ser professor." É preciso formação específica, vocação e até o carisma conta para conseguir disciplinar uma turma, defende Paula Chuço. E esforço da parte das famílias, acrescenta Fernanda Ramos, da associação de pais da Secundária da Ramada: "Reconheço, enquanto mãe, um desinteresse dos pais perante a vida escolar dos filhos. Basta ver a adesão quase inexistente deles nas reuniões convocadas pela associação ou pelos professores. Mas também sei que uma mesma turma pode ser indisciplinada com um professor e bem comportada com outro, logo há que procurar saber os motivos dessa diferença."

Que a escola em regra se tornou num "depósito" para os pais com "carreiras exigentes" deixarem os filhos é ponto assente para a professora de Português Rosário Varela Pinto. Que, em muitos casos, são os pais a precisar de "umas boas reguadas" por serem tão "displicentes" é outra "verdade" para Mário Octávio Oliveira, professor de Electrónica da Secundária Luís Freitas Branco. Mas ambos reconhecem que a escola é incapaz de disciplinar os alunos. "As medidas sancionatórias não têm qualquer efeito dissuasor sobre os adolescentes", conta Rosário Pinto. Nem sequer consequências sérias: "A partir do momento que, por exemplo, uma suspensão de um aluno não conta como falta para acumular e para reprovar de ano, que efeito é que uma sansão destas pode ter?"

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Estamos "todos" desculpados! in i on-line

Boa parte dos estudantes universitários é incapaz de escrever sem erros ortográficos, encadear um raciocínio com princípio, meio e fim, interpretar um texto ou perceber o que é dito na aula. São os próprios professores a reconhecer que o domínio da língua portuguesa é uma aprendizagem que a maioria dos seus alunos não fez no ensino secundário e ainda não consegue fazer no ensino superior. As dificuldades atravessam os cursos que vão das ciências sociais e humanas às ciências exactas e estendem-se a disciplinas como História, Matemática, Física, Gestão, Jornalismo ou Ciência Política.

Escrita A incapacidade de usar a língua portuguesa de forma correcta é um "mal generalizado" entre os alunos de todos os anos, avisa Manuel Henrique Santana Castilho, docente da Escola Superior de Educação de Santarém. "São raros os que conseguem organizar um pensamento e escrevê-lo sem incorrecções", diz o professor que ensina Gestão Educacional aos futuros candidatos a professores do 3º ano. Os erros vão muito além da ortografia e da gramática, conta Isabel Ferreira, que dá aulas de Física aos caloiros do Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa: "Na generalidade, escreve-se como se fala. Os alunos distorcem as palavras para permitir uma colagem entre a grafia e a fonética."

Oralidade Pior do que a escrita é a oralidade, esclarece Miguel Morgado do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. Quando o desafio passa por verbalizar uma ideia ou expor um raciocínio, as fragilidades triplicam: "Há uma enorme dificuldade de os alunos conseguirem responder a uma pergunta com princípio, meio e fim." Ou uma incapacidade de começar e terminar uma frase, mantendo uma "lógica coerente", desabafa Santana Castilho. O discurso é com frequência atropelado por "frases incompletas sem um fio condutor", explica Isabel Ferreira. Nuno Crato, professor de Matemática do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), acrescenta que, regra geral, o vocabulário dos seus alunos "é pobre" e o raciocínio "vago e disperso".

Se o discurso é incoerente é porque não há um esforço de reflexão: "Logo, as intervenções orais são baseadas no improviso", defende João Cantiga Esteves, professor de Finanças no ISEG, em Lisboa. Expressar uma ideia simples é um desafio que poucos conseguem ultrapassar. "Até nos casos em que peço aos alunos para lerem textos em voz alta, a leitura é apressada sem pausas e com total desrespeito pelas vírgulas e parágrafos", diz João Gouveia Monteiro, professor de História da Idade Média e de História Militar da Universidade de Coimbra.

Interpretar
Ler um texto e saber transmitir o que se retirou dessa leitura é uma habilidade de uma minoria, conta Joaquim Fidalgo, que dá aulas de Jornalismo na Universidade do Minho: "Em regra, o discurso é confuso e há uma tendência para complicar conceitos simples." Prestar atenção ao que o professor diz durante a aula e tomar notas em simultâneo é outra tarefa que poucos conseguem desempenhar, alerta a professora de Física do Instituto Superior de Agronomia. Combater essa limitação passa muitas vezes por interromper a aula e pedir à professora para repetir a frase que acabou de dizer: "Um desafio constante tem sido fazê-los primeiro ouvir, para depois escreverem pelas suas palavras, evitando que se caia num regime de ditado."

Dez minutos é, por outro lado, o tempo máximo que dura a concentração de uma turma, conta João Gouveia Monteiro: "Mais do que isso, os alunos começam a dispersar-se e não tenho outra alternativa senão fazer uma pausa." A estratégia do professor passa por contar uma piada ou pedir a um aluno para fazer um comentário sobre a matéria. Após o intervalo, a aula prossegue sem interrupções durante os próximos 10 minutos. A velocidade com que o programa é cumprido é portanto mais lento, explica o director da Imprensa da Universidade de Coimbra: "Há 15 anos demorava duas aulas para ensinar um módulo, hoje levo o dobro do tempo."

Aprendizagem
As deficiências na escrita e na oralidade têm consequências na aprendizagem e na avaliação dos estudantes. "Os alunos perdem a capacidade para compreender conceitos complexos", diz Isabel Ferreira, esclarecendo que os que têm mais dificuldades na expressão escrita e oral são "tendencialmente" os que também têm maiores resistências em dominar os conceitos científicos da disciplina. E, ao não conseguirem expressar o raciocínio, correm o risco de serem penalizados na avaliação: "A partir do momento em que não percebo o que querem transmitir, não posso avaliar os seus conhecimentos", diz Miguel Morgado.

Quanto maiores são as deficiências dos estudantes, menor é o grau de exigência dos professores. Miguel Morgado reconhece que se foi tornando mais tolerante com as falhas dos alunos e hoje há erros que já não considera "assim tão graves". João Gouveia Monteiro admite que entre a classe docente há uma tendência para nivelar por baixo: "Eu, por exemplo, no primeiro semestre do ano passado, chumbei 75% dos meus alunos e, mesmo assim, considero que não fui rigoroso." Isabel Ferreira confessa que teve necessidade de tornar a sua linguagem mais básica para poder ser entendida pelos alunos. O nível de exigência foi descendo sobretudo porque os alunos têm deficiências de base não só a português como a matemática e a física: "Seria impensável fazer testes com enunciados de há 15 anos. Os resultados seriam desanimadores." João Gouveia Monteiro usa outro exemplo para defender a mesma ideia. "A classificação de 18 valores numa prova de hoje equivale aos 12 valores de há 15 anos", conclui.

terça-feira, 16 de março de 2010

sábado, 13 de março de 2010

Ele anda aí!!!!

O diabo mora no Vaticano”. A afirmação surpreendente é do padre que é responsável pelo departamento de exorcismo do Vaticano há 25 anos. Em entrevista ao diário italiano “La Repubblica”, Gabriele Amorth garante que “há bispos no Vaticano possuídos pelo demónio e cardeais que não acreditam em Jesus”.

O sacerdote garante que essa será a explicação para os recentes escândalos de abusos sexuais que atingiram a Igreja Católica. Também o ataque de que o Papa Bento XVI foi alvo no Natal passado – foi derrubado por uma mulher que o tentou agredir, quando este se preparava para iniciar a celebração da Missa do Galo – teve, no entender do sacerdote de 84 anos, mão do demónio.

O atentado que o Papa João Paulo II sofreu em 1981, quando foi baleado na Praça de São Pedro pelo turco Ali Agca, é ainda outro dos eventos apontados como tendo sido obra do diabo. Peremptório, Gabriele Amorth revela que Bento XVI conhece e apoia totalmente as suas opiniões.

“Sua Santidade acredita de todo o coração na prática do exorcismo. Ele tem encorajado e louvado o nosso trabalho”, diz, acrescentando que o Papa está consciente da necessidade de “eliminar essa ameaça”.

Já em 2006, o padre Amorth tinha afirmado, em entrevista à Rádio Vaticana, que figuras como Hitler e Estaline tinham sido possuídos pelo diabo e, de acordo com documentos secretos do Vaticano, recentemente divulgados, o Papa Pio XII terá mesmo tentado um exorcismo “à distância” para libertar Adolf Hitler do seu lado negro, o qual terá falhado.

Setenta mil possuídos

O sacerdote publicou há cerca de um mês “Memórias de um Exorcista”, obra na qual conta o exorcismo de 70 mil possuídos que terá realizado ao longo de anos na sua “batalha contra o mal”.

“Durante as sessões, os possuídos precisavam de ser controlados por seis ou sete assistentes. Eram capazes de cuspir cacos de vidro, pedaços de metal do tamanho de um dedo, mas também pétalas de rosas”, afirma Gabriele Amorth no seu livro.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Sem comentários

Se não entenderem à 1ª tentem uma 2ª vez que está de mais!!!!!!!!

Lindo futuro escolar... Geração Phonix e Zonix + vodafnix + Uzix + Tmnix

(Texto verídico retirado de uma prova livre de Língua Portuguesa, realizada por um aluno do 9º ano, numa Escola Secundária das Caldas da Rainha (para ler, estarrecer e reflectir...!!!))


REDAXÃO

'O PIPOL E A ESCOLA'


Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas. Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os Lesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar

sábado, 2 de janeiro de 2010

Novamente no Aeroporto de Lisboa

A TAP voltou a realizar um momento de animação no aeroporto de Lisboa para desejar um feliz Ano Novo aos clientes no dia 30 de Dezembro.

Sob o olhar surpreso dos passageiros que circulavam no aeroporto, um grupo de funcionários começou a dançar ao som de várias músicas e conseguiu contagiar as muitas pessoas que estavam por perto. Os vídeos circulam no Youtube e têm tido muita aceitação do público.

Depois do êxito da animação de Natal no aeroporto de Lisboa, esta é a segunda “flashmob” da Transportadora Aérea Portuguesa, que consiste na organização de uma acção com um grupo restrito de pessoas, que depois convida o público a entrar no “ritmo”.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Mensagem de Natal 2009 - Bispo de Lamego

Boas Festas!

É o desejo que se exprime neste tempo, trocado através de mensagens em cartões ilustrados que mutuamente nos enviamos. As mesmas, são as palavras que vemos em grandes cartazes luminosos nas ruas das cidades e artisticamente enfeitados à entrada das grandes superfícies comerciais e dos outros lugares de comércio, a prender a atenção para os produtos que se pretende vender. O ambiente é de alegria. Basta ouvir a música característica que inunda de som esses espaços, a abafar as conversas dos que casualmente se cruzam com o mesmo objectivo: comprar, atropelando-se apressados de lado para lado, porque o tempo mingua e a azáfama contagia a todos.

Porquê? É Natal. Se interrogamos, porém, as pessoas sobre o significado desta Festa, as respostas são variadíssimas, desde a oportunidade para trocar presentes, à ocasião das famílias se reunirem, ou à recordação apenas dos hábitos alimentares tradicionais nesta época. Não é o que ouvimos e vemos todos os dias na nossa rádio e televisão? Que terá a ver tudo isto, toda esta barafunda, com as verdadeiras Boas Festas que deveríamos augurar? Pouco ou mesmo quase nada.

A razão profunda daquele desejo, para nós cristãos, deve ser de outra ordem. Tem uma origem diferente. É Natal porque se celebra o mais importante aniversário da História. Há pouco mais de 2000 anos, em Belém numa gruta, nascia Deus que se fez homem para mostrar a todos quanto os ama e como esse amor é necessário, imprescindível e fundamental na vida. Veio para ser homem, em tudo igual a nós, excepto no pecado, e oferecer à humanidade a reconciliação e a paz. Celebrar o Natal é escancarar as portas do nosso coração, com a humildade e o espírito de desprendimento do Deus feito Menino, à Boa Nova que Jesus nos veio trazer, para que com magnanimidade a partilhemos com gestos generosos de solidariedade. Deverão merecer-nos um carinho e uma atenção especiais todos os que sofrem, os pobres, os doentes, os que a sociedade marginaliza, os são vítimas de injustiça ou de mentira. Importa recuperar o genuíno sentido cristão do Natal.

Numa altura em que, em nome duma mal compreendida liberdade, querem silenciar os nossos símbolos religiosos, afirmemos com serenidade, mas determinação, por exemplo, com os nossos presépios e as velas que acenderemos na noite de Natal nas janelas das casas, a importância que tem para nós este acontecimento que centraliza a História.

Boas Festas! Santo Natal!

+ Jacinto Tomaz de Carvalho Botelho