Mais do que um lugar de encontro... Mais do que um lugar de partilha... Mais do que um lugar...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Disse o Cardeal Patriarca, D. José Policarpo
Neste contexto, como Bispo Diocesano, dou as seguintes orientações pastorais:
1. Devemos colaborar, no âmbito da nossa missão, com o esforço nacional de prevenção, sobretudo ajudando a criar uma mentalidade de cuidados específicos e de respeito pelos outros.
2. As orientações da Comissão Nacional da Pastoral da Saúde que, como foi anunciado, vão ser enviadas às Paróquias, devem ser consideradas simples sugestões e não normas decididas pela autoridade eclesiástica.
3. No momento actual do processo, considero não haver ainda necessidade de alterar regras litúrgicas e modos de celebrar. A Liturgia se for celebrada com qualidade e rigor, garante, ela própria, os cuidados necessários. É o caso, por exemplo, da saudação da paz que se for feita com a qualidade litúrgica, não constitui, normalmente, um risco acrescido.
4. Na actual disciplina litúrgica, os fiéis podem optar por receber a sagrada comunhão na mão. Mas não podem ser forçados a fazê-lo. Se houver cuidado do ministro que distribui a comunhão e de quem a recebe, mais uma vez fazendo as coisas com dignidade, a comunhão pode ser distribuída na boca sem haver contacto físico.
5. Se as condições da "pandemia" se agravarem, poderemos estudar novas atitudes concretas, na instância canónica própria a quem compete decisões dessa natureza: o Bispo Diocesano, na sua Diocese, a Conferência Episcopal Portuguesa para todo o País, sempre em diálogo com o Santo Padre e os respectivos serviços da Santa Sé.
Lisboa, 17 de Julho de 2009
† JOSÉ, Cardeal-Patriarca
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Onde isto já chegou!!!
Afinal parece que a prevenção já chegou às nossas igrejas (felizmente). Mas será isto mesmo necessário?! Comunhão na mão?! Abraço da Paz com uma pequena inclinação?! Evitar o contacto do Sacerdote com as pessoas?! Mudar tradições e hábitos milenários?! Bem... Bem... É caso para dizer: onde isto já chegou...
Recomendações da igreja para a Igreja para prevenir a Gripe A:
Perante a ameaça da GRIPE A, o que fazer?
1. Aconselhar todos os cristãos da sua comunidade a seguirem as orientações dadas pela Direcção Geral da Saúde - Ministério da Saúde, na prevenção desta doença, como sejam:
- - Lavar as mãos com água e sabão com muita frequência
- - Se tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel, a deitar fora de imediato
- - Se ficar doente, permanecer em casa.
- - Evitar o contacto com pessoas com gripe.
2. Nas celebrações litúrgicas, recomenda-se:
- - Aos Ministros da Comunhão, Sacerdotes e Ministros Extraordinários, que purifiquem as mãos com produtos higiénicos, antes da distribuição da comunhão.
- - Aos fiéis, que recebam a Comunhão na mão e não na boca, aliás segundo prática secular na Igreja.
- - A todos, que reduzam o abraço da paz a um pequeno sinal ou inclinação da cabeça sem o contacto físico.
3. Nos templos pede-se também para:
- - Manter as "pias de água benta" às portas da igreja vazias, para não as tornar um foco de transmissão do vírus.
- - Ter a Igreja suficientemente arejada, sobretudo em atenção ao número de fiéis nas celebrações dominicais.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Faz hoje um ano
Ainda me recordo das primeiras visitas que fiz às roças, lugares pobres por excelência, as idas à praia, o verde do Sul e o grande monte das Neves, o ilhéu das Rolas, a formação dada... Tantas e muitas outras recordações ficaram...
Voltar? Quem sabe... Diferente? Talvez!
domingo, 28 de junho de 2009
Para que serviu (e serve) o Ano Paulino?
Para responder a esta pergunta, lembremos o objectivo que os nossos Bispos propuseram para ele na Nota Pastoral de 6 de Maio de 2008.
Proposta dos nossos Bispos
Começaram por constatar: "Este Ano Paulino coincide, no tempo, com uma outra proposta feita pelo Santo Padre a toda a Igreja: a convocação de um Sínodo sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja." E avançaram: "Esta simultaneidade sugere-nos a convergência dos dois temas nas propostas pastorais. Paulo, grande Apóstolo da Palavra, pode ser o nosso guia para descobrirmos, mais profundamente, o lugar da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. Basta pensar que ele é o autor sagrado mais frequentemente lido na Liturgia.
"Paulo foi, assim, convidado a despertar-nos para o Sínodo iminente e a preencher uma carência de formação no campo bíblico, há muito sentida entre nós. O primeiro sinal disso, foram as Cartas e Notas pastorais dos Bispos titulares às suas dioceses, dizendo o que nunca tinham dito acerca do valor da Palavra de Deus e da figura e escritos de Paulo, enquanto discípulo e apóstolo enamorado de Cristo, para a vida dos cristãos como crentes e evangelizadores.
Programas e acções de todo o género
Uma voz tão uníssona, repercutiu-se em programas e acções de todo o género e em todos os sectores: Semanas Bíblicas nacionais e regionais, Semanas de Estudo nas Universidades e Institutos, nos Centros Pastorais e nas paróquias, a nível académico, científico, pastoral e espiritual; ciclos de conferências semanais e mensais ao longo de todo o ano, a nível diocesano; Escolas Bíblicas paroquiais e interparoquiais; grupos de leitura, estudo e oração a partir das Cartas de S. Paulo e dos Actos dos Apóstolos; itinerários de catequese e celebração para os tempos fortes do ano litúrgico: Advento/Natal, Quaresma/Páscoa; exposições de pintura e escultura a nível diocesano e local, sobre S. Paulo e outros apóstolos e evangelistas relacionadas com ele; edições de livros, CD’s e DVD’s, cadernos, cartazes e pagelas; números monográficos de revistas; programas de rádio e de televisão; encenações sobre a vida de Paulo e leitura pública das suas Cartas; Dias da Bíblia, incluindo exposições de livros, procissão pelas ruas, Tenda da Palavra aberta ao público para leitura contínua de toda a Bíblia; peregrinações ou visitas de estudo aos “Lugares de S. Paulo”, nomeadamente na Turquia, na Grécia e em Roma; acções de solidariedade com os mais desfavorecidos, na espírito das Colectas do Apóstolo para algumas Igrejas (como o ofertório na “celebração nacional” em Fátima); encenações e musicais de carácter popular e experimental. E "uma grande celebração nacional", em Fátima, no dia 25 de Janeiro…
E agora, Paulo?
Terminado o ano "oficial", e pensando no objectivo inicialmente proposto, importa-nos reter o essencial e permanente para lhe dar continuidade.
1. O melhor foi ler, estudar e rezar as Cartas de Paulo, conhecer a sua vida e paixão por Cristo e pelo Evangelho, sintonizar com o seu coração de Apóstolo. E constatar que fazê-lo não é difícil, dá gosto e cria sólidas raízes. Urge continuar, pois o desconhecimento inicial era grande! Cada comunidade precisa de um grupo aberto para ler, estudar, partilhar e comprometer-se com a Palavra.
2. Foi importante o que os Bispos disseram sobre a Palavra de Deus e a figura de Paulo. Importa agir em consequência, através de uma animação bíblica de toda a pastoral, pois a Igreja continua a viver a sua aventura num "mundo secularizado", como diziam na sua Nota Pastoral (nº 9)…
3. Criaram-se ritmos e dinamismos que devemos secundar: a Bíblia da Paróquia, a Bíblia da Família, os encontros com vizinhos para a leitura orante da Bíblia, o Dia da Bíblia com acções públicas de evangelização, transcrição das Leituras no boletim dominical e referência a elas na homilia.
4. Produziu-se bom material de apoio: rever/ler/ouvir o mais actual e oportuno, permutar com outras pessoas, oferecer à biblioteca paroquial. Paulo continua a ser proclamado; precisamos de o compreender para viver a sua mensagem.
5. Criou-se o apetite: garanta-se a alimentação permanente, pois é a Palavra que agrega a Igreja e a conduz à fé na Pessoa de Cristo. Mudar o leme para outra opção pastoral, neste momento, seria frustrar muito grão semeado e muita esperança germinada. E, talvez, correr o risco de ficarmos em Paulo, sem darmos o passo seguinte para Cristo.
O "Ano Sacerdotal" não pode fazer-nos regredir ao mero pietismo não evangelizado. Aliás, a Palavra levará os sacerdotes à raiz da sua aliança e comprometê-los-á na evangelização das suas comunidades, tornando-as activas, corresponsáveis e lúcidas, capazes de ver, julgar e agir com critérios de Evangelho.
frei Lopes Morgado, ofmcap
Chefe de Redacção da revista "Bíblica"
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Ano Sacerdotal
Não haveria melhor dia no calendário para dar início a um tempo de reflexão sobre o Sacerdócio que hoje, pois comemoramos o Sagrado Coração de Jesus.
Também é-nos apresentada a figura de Santo Cura d'Ars. Ele, cujo o serviço que ele prestou à Igreja é exemplar, será o "padrinho" desta caminhada que inicia hoje e acabará no dia 19 de Junho de 2010.
Desejo que este Ano Sacerdotal, para além das actividades propostas, seja um tempo onde realmente o que é essencial no sacerdócio seja o central das reflexões: fidelidade ao ministério e a Cristo; obediência a Deus e à Igreja; disponibilidade para tudo e todos; AMAR o Povo de Deus e SERVIR.
Pessoalmente enche-me de alegria esta oportunidade que a Igreja oferece de reflectirmos o Sacerdócio. Mais entusiasmado fico quando sei que culminarei a minha caminhada de preparação para o sacerdócio, realizando o meu diaconado, no Ano Sacerdotal.
Para acompanhar o Ano Sacerdotal visitar: http://www.annussacerdotalis.org/
domingo, 14 de junho de 2009
Esta semana...
Alguns acontecimentos "importantes":
- É nesta semana que faço o meu último exame.
- É nesta semana que faço anos.
- É nesta semana que deixo de ser seminarista.
- É nesta semana que deixo de estar a realizar trabalho pastoral em Ferreirim.
- É nesta semana que começam as minhas "últimas" férias de 3 meses completos.
- É nesta semana que algo mais vai acontecer mas que neste momento não me ocorre...
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Alegria de uns e tristeza de outros
CDU; CDS expressaram a alegria de terem mantido a sua força. Contudo o risco que serem cada vez mais últimas alternativas é notório...
O BE cresce cada vez mais. Alegria por isso... Já é a terceira força politica em Portugal. Será bom sinal?!
O PS parece que perdeu a situação. Cartão amarelo que os portugueses mostraram a Sócrates. Mas não eram Eleições Europeias?! Sócrates pareceu-me bastante preocupado no discurso final. E o Vital Moreira nem por isso... Afinal, já que não ganhou as eleições para o Conselho Científico da Universidade de Coimbra, ao menos fica com alguma coisa para fazer. :-)
O PSD parece que ganhou. Contra todos e contra tudo... Ferreira Leite lá consegui alguma coisa: uma vitória na Europa que mais pareceu uma vitória Nacional!!! Afinal que Eleições eram (volto a perguntar)?!
Bom... Assim foi a noite de ontem: a alegria de uns foi a tristeza de outros.
Contudo, o que arrecadou mais votos realizou um grito de vitória que ninguém ouviu. Festejou sem que ninguém desse conta: a Abstenção!
O outro derrotado também parece que se remeteu ao silêncio. As Sondagens! Elas e o PS talvez até estivessem passado a noite juntos juntos, e sonhado em conjunto com a vitória que previram 48 horas antes... Sei lá... Sondagens Altis parece que é o que está a dar! :-)