segunda-feira, 25 de maio de 2009

Mais uma vez (en)cantou

A escocesa ganhou o passaporte para a final do concurso ao cantar “Memory” do musical Cats.

Susan Boyle, a estrela da versão inglesa do programa Ídolos, que nos últimos tempos se transformou num enorme caso de popularidade, assegurou a passagem à final do concurso ao cantar a música “Memory” do famoso musical Cats, de Andrew Lloyd Webber.

No passado Domingo, a escocesa entrou no palco debaixo de um ensurdecedor aplauso do público e sob o olhar expectante do júri.

Apesar das primeiras notas lhe saírem um pouco inseguras, rapidamente tomou as rédeas da música e fez um verdadeiro brilharete.

Descontraída, bem-disposta, Susan mostrou a nova imagem, mas não evitou o rodar das ancas como fez da primeira vez. Quando os apresentadores do programa perguntaram a Susan Boyle se tinha conseguido suportar a pressão de voltar ao palco, muito descontraidamente Susan responde: “Que pressão? Diverti-me muito, apreciei cada segundo.”

Susan vai dividir o palco com o grupo de dança “Diversity”, que também ganhou o lugar na final, nesta primeira semi-final do concurso.

in Jornal de Noticias

À Tua procura

Poderíamos pensar que este fim de semana que passou seria como tantos outros. Contudo, para os jovens de Lamego, o Tempo iria ser marcado de maneira diferente. Foi um fim de semana de encontro entre todos os jovens das paróquias e, de modo especial, com Aquele que sabemos que nos ama.

Começamos por marcar encontro conTigo no silêncio da noite, na oração, na partilha.
Quisemos fazer Vigília para Te procurar, para Te agradecer e permanecer junto a Ti.
Quisemos que Ele nos acompanhasse neste caminhar, que ficasse connosco, porque a noite já ia longa.

Quisemos encontrar-Te no divertimento.
Nos jogos do tempo dos nossos pais vieste até nós transfigurado na alegria estampada nos rostos de cada um; no convívio; num pequeno rir; na partilha de experiências.
Nunca nos interessou saber quem ganhou (mais ou menos...).
No jogo do prego, na Tundra, no jogo do pião, no jogo do pneu encontramos-Te tal como Tu és: simples, humilde, terno, divertido, simpático... Humano.
Mesmo na Noite Cultural, quiseste estar connosco... Na palavra; na música... Mesmo na palavra que não se devia dizer... :-)

Quisemos encontrar-Te descobrindo a história e a cultura da Vila de Cambres.
Em cada pergunta, em cada passo iríamos vendo que Tu também marcas a história dos povos e é nessa mesma história que Tu te manifestas.
Mesmo com um percurso atribulado, Tu estás sempre para nos animar interiormente.

Descobrimos-Te na Eucaristia... Vimos-Te na Eucaristia.
Em cada gesto, em cada palavra, em cada melodia, em cada gesto... Descobrir-Te, ver-Te, sentir-Te...

Tu que estás sempre connosco, não quiseste que estivéssemos permanentemente a olhar para o Céu à espera que Tu viesses ao nosso encontro. Queres que sejamos nós a ir ao Teu encontro e para o realizar. Mas não nos podemos esquecer que és Tu que guias esse caminho...
A Ti... obrigado por estares sempre presente!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Última freq

Foi hoje que fiz a última frequência do meu curso. Para os menos entendidos, o último teste escrito aconteceu hoje. Acabei de o fazer há pouco mais ou menos de meia hora.
Com cinco perguntas, a frequência de Pastoral Comunitária lá se foi fazendo... Correu bem! Melhor... Mais ou menos... Logo se verá... lol

Agora só faltam dois exames... Um em Viseu e outro em Braga! Depois...
Bem... Depois é a tese. E a sua defesa... Nada de mais... Afinal a comunhão é isto mesmo: louvar as conquistas; reconhecer os erros; fazer aproximações e chegar a acordos... Não é uma defesa?! lol

domingo, 17 de maio de 2009

XXIV Jornada Diocesana da Juventude

Foi no sábado, dia 16 de Maio, que decorreu a XXIV Jornada Diocesana da Juventude. Aconteceu no Santuário de Santa Maria de Cárquere, arciprestado de Resende sob o tema "Ele amou-me e entregou-se por mim".
Sob este tema, o Grupo de Jovens da paróquia de Ferreirim participou na Jornada. Juntamo-nos nos dois fins-de-semana que antecederam o dia H; preparamo-nos espiritualmente com o apoio das Catequeses propostas pelo SDPJ; decidimos que iríamos na sexta feira, antecedendo a nossa participação na Jornada, de forma a participar na Vígila da Oração e acampar, de modo a que as relações entre todos os elementos do Grupo se fortalecessem. Queríamos descobrir este Jesus, nosso irmão e amigo, que se entregou por nós porque nos ama, e realizar o encontro com Deus de forma a encontrar, à imagem de São Paulo, as razões da nossa esperança.

Na sexta, saímos todos de Ferreirim, para realizarmos este encontro com Ele. Ao chegar ao local que estava destinado para pernoitarmos, deparamo-nos com as boas condições que nos tinham arranjado. Certo é que uns tantos cobertores ainda vieram melhorar um bocado a coisa, contudo até não eram más de todo. Um bocado de espírito de aventura nestas alturas alivia um pouco a coisa...

O primeiro momento esperava-nos: a Vígilia de Oração.
Com a leveza que é própria e recomendada para as celebrações com os Jovens do nosso tempo, a Vígilia revelou-se um espaço de encontro com este Deus que é Amor. Presidida pelo sr Vigário Geral, o sr padre Joaquim Rebelo, tivemos a oportunidade de receber o sacramento da Reconciliação, reflectir sobre o Mandamento do Amor, oferecer o nosso símbolo e pedir à Mãe de Jesus que nos ajude a amar o Seu Filho tal como ele nos amou. Resumindo, foi um bom momento de busca, encontro e de compromisso com o Senhor Deus, nossa esperança.

Segundo momento: a noite.
No final da Vígilia, e envolvidos pelo espírito do que ia acontecer no dia seguinte, fomos para o local do acampamento. Talvez podíamos ter realizado algumas actividades desportivas, contudo optamos por acalmar o estômago e realizar um pequeno jogo de "cartas". No final do jogo, e com alguma insistência, um por um, fomos descansar. Sim! Descansar...
A noite passou lindamente, sem nenhum sobressalto, tirando aquele grande grito do Tiago que um pequeno ladrão causou (dizem que era um sapo...), ao tirar um saco que estava à porta por estar com um um bocado de fome (era sapo era; parecia mais uma coisa canina).
Quando já era dia e a hora adiantada, demos a alvorada. Quem quis ainda foi tomar banho (que era capaz de acordar um morto...); tomamos o pequeno almoço; arrumamos as coisas... A Jornada Diocesana da Juventude ia finalmente começar!

Terceiro momento: Caminhada e Eucaristia
Como é normal, a Jornada da Juventude tem sempre uma pequena caminhada para dar o mote da Jornada que se está a realizar. Na caminhada realizamos algumas "brincadeiras" para aliviar e congregar os jovens; contribuímos para a realização do lema da jornada em forma humana; assistimos a uma dramatização do primeiro milagre de Cristo apresentado pelo Evangelista São João; vimos como os primeiros apóstolos foram chamados; descobrimos que afinal nós também somos "cegos" que procuram insistentemente verdadeira cura; vimos que todos nós temos um bocadinho de São Paulo, pois temos que cair muitas vezes por terra para nos levantarmos e sermos anunciadores e missionários fervorosos de Cristo. Confessamo-nos e realizamos o Encontro com Cristo Eucaristia para firmarmos alguns compromissos. Foi um caminho que se percorreu, principalmente um caminho pelo nosso interior.
Por volta do meio-dia começou a Eucaristia. Presidida pelo sr Bispo, D. Jacinto, fomos exortados a sermos sinal do amor que Deus tem pelo Mundo; foi-nos pedido a que cada jovem fosse testemunha de Cristo no mundo; lembrou-nos que temos que contribuir para a manutenção da Paz entre todos os homens.

Quarto momento: A tarde recreativa e oração de Envio
Após o almoço, preparamo-nos para viver o momento da tarde. Alguns Grupos de Jovens tinham algumas pequenas actuações preparadas para apresentar a todos os jovens presentes.
Tivemos os "putos" do Seminário Menor de Resende. Duas músicas com muito ritmo e animação. Boa "miúdos"... Uma pequena actuação de todo o arciprestado de Castro Daire, cantando o hino da Jornada no ano passado. O Grupo de Jovens de Almacave brindou-nos com uma dramatização dos problemas da sociedade de hoje que só têm solução quando acontece o encontro com Cristo. O Grupo de Jovens de Poço do Canto brindou-nos com uma pequena mensagem cantada: "ELE ESTÁ VIVO!", ouviram?! Ferreirim (nós todos), cantamos "Corre, não pares", pois realmente o Jovem Cristão não pode parar neste anúncio fiel de Cristo Amor. Soutelo do Douro brindou-nos com uma canção e o animado Grupo de Jovens "Confiança Total" da Cunha animou a coisa que estava a tornar-se um tanto ou quanto séria (LOLOL). Os convivas mostraram-se cantando (novamente) Aprendiz de Viajante (mais uma...)!
Após este momento, tivemos a oração do Envio, na qual anunciou-se o local da próxima da Jornada Diocesana e encerrava-se a que estávamos a viver. Realizamos um grande compromisso e retiramos um pequeno propósito realizado durante a Caminhada para o nosso ano. Encerrou-se a XXIV Jornada Diocesana da Juventude e os jovens do arciprestado de Resende entregaram a Cruz da Jornada aos jovens do arciprestado de...... Penedono. Sim! Para o próximo ano o ponto de encontro para os Jovens é Penedono! E lá estaremos...

Para terminar quero deixar os meus parabéns ao SDPJ pela boa organização da Jornada. A todo o arciprestado de Resende as minhas felicitações por tudo que fizeram. Para quem já leva cerca de dez anos de Jornadas Diocesanas, posso considerar que esta estará entre as melhores que já vivi e participei. Aos Animadores Juvenis os meus parabéns. Realmente o vosso trabalho é muito importante; continuem assim, sempre disponíveis e solícitos, contudo não se esqueçam dos "vossos" Grupos de Jovens. PARABÉNS!
Aos Seminaristas (Maiores e Menores) que foram: acho que devem participar nestes momentos. A presença do Seminário é importante, sinal de que o Seminário não se fecha às actividades da Juventude (principal alimento do Seminário) e Diocesanas. Parabéns aos que foram...
Para último, os meus parabéns ao Grupo de Jovens de Ferreirim. Tudo correu bem. Espero que continuem assim: quando é a brincar é a brincar, quando é a sério é a sério. Todos vós estais de parabéns. Espero que tenham feito a descoberta deste Deus que nos ama; só ele é importante; nada mais... Conscientes do que viveram, confio plenamente em que tenham a oportunidade de deixar que o que viveram nesta Jornada dê os seus frutos!Perante vós, tiro o meu chapéu...

Aos Jovens Lamecenses, um convite: temos encontro marcado para o próximo ano em Penedono!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Formula 1


Bem... Parece que este ano a Formula 1 está diferente. Vemos as equipas que teoricamente teriam a obrigação de estar nos lugares cimeiros a ficar para último; aquelas que nem se esperaria que acabassem as provas estão a ganhar pontos. Dentro destas "novas grandes" equipas está a Brawn GP.
Antiga Honda, com motores Mercedes, apresenta dois pilotos (Jason Button e Rubens Barrichelo) de créditos mais ou menos firmados que sempre estiveram na sombra de outros (não é Rubens?). Tem um director (penso que é assim que se chama) que já trabalhou com os melhores (Ferrari por exemplo) e é conhecido como um grande especialista no "contornar das regras" mas com uma sede de vencer inagualável, talvez por isso é que estes resultados não são surpresa nenhuma para ele.
Os adversários da Brawn GP poderia pensar que iria para fazer número no circuito da Formula 1. O que é certo é que ela está a surpreender tudo e todos. Encontra-se na frente do campeonato de construtores e os seus pilotos ocupando os dois primeiros lugares. Isto num ano em que a Ferrari está em sétimo, a Renault em quinto e a McLaren em quarto; Hamilton está em sétimo (!!!) com nove (!) pontos!!! Incrivel...
Grande culpado? A estratégia?! O carro?! Os motores?! A condução?! Perícia?!
As más línguas querem atribuir as culpas ao uso de um difusor traseiro, mais ou menos legal (mais para mais), que parece que garante maior estabilidade e velocidade ao carro... Será verdade? O que é certo é quem o está a usar vai na frente... E as outras equipas já começaram construir novos carros, equipados com o tal difusor.
Vamos ver como as coisas vão correr até ao fim do campeonato. Será que vamos ter um "Leixões" a ganhar a F1?

P.S.: Graças a algumas destas brincadeiras, a Ferrari e a Renault já ameaçaram sair da F1 em 2010. Entre várias razões está o facto de não quererem cumprir o tecto orçamental de 4o milhões de libras (cerca de 45 milhões de euros) estipulado pela FIA para todas as equipas da F1... Giro, não?

Magalhães pode causar miopia

A utilização do Magalhães pode fazer disparar os casos de miopia entre as crianças devido ao tamanho do portátil e das letras, que obrigam a uma leitura muito próxima, alerta a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia.

"Com o uso cada vez maior do computador e, neste caso, de um portátil que ainda é mais pequeno, com letras mais pequenas, em que se procuram distâncias de leitura cada vez mais próximas, o número de miopias com certeza vai aumentar em flecha", disse Augusto Barbosa, coordenador do Grupo Português de Ergoftalmologia, da SPO.

O oftalmologista defendeu que o Governo deve informar e sensibilizar a população em geral para a importância da ergonomia visual. "Se se preocuparam em colocar o Magalhães nas escolas, também deveriam alertar para alguns cuidados a ter com o uso dos computadores, prevenindo o aparecimento de patologias do foro ocular."

Para Augusto Barbosa, a entrega do famoso portátil deveria ser acompanhada de informação que pudesse "sensibilizar os pais para os problemas que poderá ter o uso exagerado do computador".

A SPO alerta que o uso inadequado e excessivo do computador pode afectar a visão. "Já se fala em síndrome da visão de computador e acredita-se que o aumento da prevalência da miopia, da hipermetropia, do cansaço ocular e do olho seco está relacionado com a utilização crescente das novas tecnologias", frisou.

A síndrome do olho seco pode resultar em situações mais graves, como a formação de micro-úlceras na córnea, que podem levar à "incapacidade para algumas actividades comuns do dia-a-dia".

"Habitualmente, pestanejamos 20 a 25 vezes por minuto, mas, em frente ao computador, pode haver uma redução de 10 a 20 % no número de pestanejos, abrindo-se caminho para a sensação de ardor e irritabilidade", disse.

A postura, a distância em relação ao ecrã, o tempo passado em frente ao mesmo e as condições envolventes podem levar a problemas oftalmológicos e até de outro foro, como é o caso das enxaquecas, das cefaleias, das dores lombares ou dos espasmos musculares.

Para evitar o aparecimento das doenças oftálmicas relacionadas com os computadores, a SPO informa que o ecrã deve estar 10 a 25º abaixo do nível do olhar, a iluminação e o brilho envolventes devem ser equilibrados (evitar os reflexos), o monitor tem de estar limpo, os olhos devem estar a 50 ou 60 centímetros de distância do ecrã e fazer pausas de cinco a dez minutos por cada hora de trabalho.

in Jornal de Notícias


P.S.: Será que para o próximo ano o Governo do Senhor (Engenheiro) Sócrates vai apostar em "Óculos Camões"?! Ou vai abrir consultórios de oftalmologia Vasco da Gama?!


segunda-feira, 11 de maio de 2009

Passeio do IST-BD

Foi na sexta-feira, dia 8 de Maio, que se realizou o Passeio Anual do IST-BD.
Organizado pela AET do Seminário Maior de Lamego, tentou-se proporcionar um dia de convívio, partilha e conhecimento entre todos os seminaristas e seminários que constituem o Instituto.

Começámos do dia cedo, por volta das 7h30, com a oração de Laudes. Seguidamente dirigimo-nos para a Régua, a fim de nos encontrarmos com os colegas que vinham de Viseu, para apanhar o comboio até ao Pinhão. Sempre com um bom ambiente a reinar entre todos, a viagem revelou-se bastante agradável, onde o rio Douro sempre nos acompanhou neste nosso primeiro "mergulho".
Chegados à estação do Pinhão, esperava-nos uma maratona para chegarmos à "vila" de Trevões. Mais uma vez, as belas paisagens do Douro foram motivo de admiração e contemplação, onde muitas delas pareciam pinturas em tempo real.
Em Trevões após uma boa recepção da parte do seu pároco, o pe Amadeu, celebramos a Eucaristia, antecedida com uma breve visita ao Museu "do sr. padre", e precedida de um porto de honra como forma de nos abrir o estômago para o almoço...
De Trevões fomos para a Vila (Medieval) de Penedono. Depois de um breve relato da história de Penedono, feita pelo filho da terra, pelo Manuel João, fomos almoçar. Previa-se um grande banquete... Um pernil de porco que parecia que nunca mais acabava... Muito bom mesmo! Findo o almoço e após algumas cerimónias protocolares (entrega de lembranças e fotografias de grupo), fomos recebidos nos Bombeiros Voluntários de Penedono a fim de tomarmos um digestivo, entre outras coisas. Visitamos a Igreja Paroquial e, surpresa a nossa, fomos recebidos pelo "padre de Penedono", o pe Zé António, para um momento (in)previsto de partilha e de algum "ecumenismo"... Sempre com a boa disposição a vir ao de cima! A visita ao castelo não podia ser dispensada... E conseguimos todos subir e percorrer as muralhas de tão grandioso Castelo! Após este pequeno "assalto ao castelo", recolhemos ao "autobus" e ao som de algumas cantigas deixamos Penedono para trás.
Próximo destino: Santuário de Nossa Senhora da Lapa. Claro que teríamos que visitar um dos locais mais emblemáticos da nossa Diocese.
No Santuário visitamos, rezamos, comemos, bebemos e convivemos. Visitamos o lugar; rezamos à Mãe dos Homens agradecendo-lhe este dia que estava a acabar; comemos e bebemos o que nos deram (porque tinha que ser...); convivemos... e regressamos a casa, novamente ao som de cantigas...
Chegados a Lamego, comeu-se um caldo-verde (para acalmar o estômago) de forma a encerrar este dia que se passou. Quando os nossos colegas de Viseu, Bragança e da Guarda regressavam a casa, íamos tendo a sensação de "missão cumprida", e vontade de realizar dias assim de 8 em 8 dias! :-)
Parabéns à AET-Lamego, obrigado aos senhores padres Amadeu e Zé António; agradecemos à CM da Pesqueira pelo brinde que nos ofereceu; à CM de Penedono um obrigado com algumas reticências; aos BV de Penedono daremos umas garrafinhas para compensar os gastos; ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa, na pessoa do sr padre Amorim e do nosso grande amigo Peixoto (que é diácono), um grande obrigado pelo repasto que nos serviu e na ajuda prestada! Dias como este não se vivem todos os dias por isso há que vivê-los bem enquanto estamos a vivê-lo...

Uma lição que talvez poderíamos ter tirado: o IST-BD, por razões que todos conhecemos, pode estar pelas "ruas da amargura", devido a pressões exteriores e a soluções que só vêm complicar as coisas, mas o IST-BD é uma realidade possível, realizável e onde se deve apostar. Acho que estas quatro dioceses, na pessoa dos seus pastores, se tivessem coragem de dizer "NÃO QUEREMOS" a instituições às quais nada devemos, formariam futuros pastores mais próximos mais conhecedores da realidade eclesial que um dia irão servir, com ou sem titulo dado "UCPmente"! Foi pena a que, independentemente das razões que serão sempre válidas, as pessoas que mais "mandam" não estiveram presentes...

domingo, 10 de maio de 2009

Um conselho (útil)



ATENÇÃO!!!

Informação Muito ÚTIL:

Atenção Foram hoje inaugurados, os radares de controlo de velocidade,
em todas as vias verdes.
Não esquecer que o LIMITE de VELOCIDADE é 60 !!!
Senão... carta apreendida e 150.00 euros.

MAIS UMA SEMANA...

Mais uma semana passada.
O tempo está a passar...
O tempo está a acabar.
O tempo prepara-se para começar!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

10 anos de Cordas do Paivó

Foi no sábado, dia 25 de Abril, que o Grupo de Música Tradicional Portuguesa "Cordas do Paivó" festejou os seus 10 anos de existência. Quis este grupo, do qual eu faço parte, brindar todos os castrenses, de modo especial os que de alguma forma estiveram e estão ligados ao grupo, com os espectáculo musical.
Tocámos 20 músicas para retratar uma caminhada de 10 anos de muitas alegrias e algumas tensões. Foi a nossa história que quisemos transmitir, começando na "Venho da Ribeira Nova" acabando nas "Quadras Soltas". Teatralizamos o nascer do grupo; mostramos o concretizar de um sonho que era a edição e lançamento de um cd; revivemos as nossas viagens (Suíça e Madeira); mostramos uma caminhada de um projecto que é o Cantradições... Enfim, foram duas horas em palco onde a boa disposição estava na mó de cima onde o tocar nunca cansou.

A história do Cordas remonta ao ano de 1998, quando dois senhores se juntavam aos domingos à tarde na Associação Cultural de Fareja para animar o pessoal, tocando o Fado Beirão ao som de um bandolim e de uma guitarra. Com alguns tropeções e enganos mas era o que faziam: animavam o pessoal. As pessoas começavam a juntar-se e aparecia muita malta nova. Para "dar que fazer" a esta gente, vai começando a surgir esta ideia de formar um grupo, incentivada por um dos párocos de Castro Daire.
Um acontecimento especial foi o cantar dos Reis em 1999. Houve pessoas que compraram um cavaquinho e, como é uma coisa fácil de aprender, aprenderam o "Dó-Sol" e lá foram cantar os Reis. Estava a ideia do Grupo cada vez mais vísivel.
Lança-se esta brincadeira em Fevereiro desse mesmo ano e, com a colaboração do sr João Fernandes, ex-membro da "Banda de Lá", no dia 16 de Fevereiro têm o primeiro ensaio. Apareceram cerca de 40 pessoas (ou mais...). Primeira música a ser tocada: a Chibinha.
A partir desse dia começou uma história que já dura à 10 anos e que terá (se Deus quiser) mais 10 anos! De um grupo dos 40 pessoas passamos a ser 16. Fomos à RTP, gravamos um cd, temos um dos melhores espectáculos do concelho, percorremos Portugal dando a conhecer as cantigas e tradições do nosso concelho...

Os projectos que elaboramos já fazem parte de um passado; temos que "tocar" neste presente que vivemos; e "tocaremos" no futuro que nos espera sempre dispostos a divulgar a música da nossa terra com a mesma alegria de à 10 anos.

Ao sr João, ao sr Zé Carlos, à Fernanda, à Adélia, ao Chico, ao Tujú, ao sr Flávio, à Celina, à Isabel, ao Orlando, à Marisa, à Rosa, à Ana, ao André, ao Zé Carlos agradeço e sinto-me honrado por partilhar estes 10 anos convosco.

sábado, 25 de abril de 2009

Santo Condestável


Amanhã, Beato Nuno Álvares Pereira, o Condestável, vai ser proposto a toda a Igreja Católica como modelo de santidade de vida e união íntima com Cristo.
É um orgulho para nós, portugueses, este grande acontecimento.
D. Nuno é um exemplo de despojamento, humildade e amor, pois tendo o perecível refugiou-se no perene. Dono de metade do Reino de Portugal, justamente graças aos seus méritos e serviço ao Reino (lembremo-nos que foi ele o grande responsável da vitória portuguesa na batalha de Aljubarrota), quis ser dono de um reino ainda maior: o Reino de Deus.
Olhando para a sua figura, percebo que para realmente amarmos Deus e os irmãos não precisamos de fazer muito mas, numa forma simples, vivermos a nossa vida ao seu serviço, entregando o pouco que temos.


Para entender melhor essa mensagem perene que a figura de São Nuno de Santa Maria nos oferece, a que fazíamos referência mais acima, convém destacar, de modo muito sumário, alguns aspectos essenciais da sua biografia que, sem dúvida, ajudarão a traçar melhor o perfil espiritual do Santo Condestável.

Nasceu no dia 24 de Junho de 1360, em Cernache do Bom Jardim, filho ilegítimo de D. Álvaro Gonçalves Pereira, que foi Prior do Priorato do Crato, dos célebres Cavaleiros de São João de Jerusalém e de Ilia, por quem Nuno conservaria sempre um terno afecto. A sua infância e a sua adolescência decorreram neste ambiente entre cavalheiresco e profundamente religioso que havia nestes grupos nos reinos do baixo medievo da Europa. Imbuído do ideal de Galaad, um dos cavaleiros da mesa redonda que acompanhavam o mítico Rei Artur, quis permanecer celibatário, mas, para não contrariar o seu pai, veio a casar-se com D.ª Leonor de Alvim, com quem teria três filhos e com quem teve uma vida matrimonial feliz. O casamento teve lugar a 15 de Agosto, festa da Assunção de Maria, de 1376.

Dois dos seus filhos morreram crianças e apenas a terceira, D.ª Beatriz, chegaria à idade adulta, casando-se com D. Afonso, o filho do rei D. João I, a quem Nuno, seu aio, tinha servido sempre com valentia e fidelidade.

O jovem Nuno sobressaiu rapidamente na corte, para a qual foi destinado para o serviço pessoal do rei Fernando desde a adolescência, quando tinha apenas treze anos. A sua nobreza de ânimo, a sua valentia, a lealdade para com o rei e o ideal de pureza que parecia ter-se traçado desde criança, a imitação do casto herói Galaad, chamaram à atenção quer da família real quer dos outros cortesãos.

A morte do rei D. Fernando de Portugal originou um problema dinástico, algo muito frequente nos reinos da Península Ibérica, nos tempos da Reconquista. Alguns cavaleiros portugueses (alguns irmãos de Nuno, inclusivamente) defendiam o direito ao trono de Beatriz, filha do rei Fernando, casada com o rei de Castela, o que provavelmente teria suposto a incorporação da coroa portuguesa no reino de Castela, que se ia configurando – juntamente com o de Aragão – como o reino mais forte da Península Ibérica. Mas outros muitos cavaleiros lusitanos, entre eles Nuno, defendiam o direito ao trono de João, irmão do rei Fernando. Havia também interesses internacionais e não faltaram cavaleiros franceses e ingleses que ajudavam um ou outro lado. Não demorou muito a rebentar uma guerra entre os dois reinos, provocada pelo problema da sucessão dinástica. A guerra em si durou vários anos, com períodos de relativa calma. Em Abril de 1384, as tropas portuguesas (ao serviço de D. João) vencem a fac-ção rival, na batalha de Atoleiros (o que originou, pouco mais tarde, a subida ao trono de João I, que nomearia Nuno como seu Condestável). Um ano mais tarde, no dia 14 de Agosto de 1385 (em vésperas da festa da Assunção de Nossa Senhora), as tropas comandadas por Nuno Álvares Pereira derrotaram os seguidores do rei de Castela, na memorável batalha de Aljubarrota, e, pouco depois, em Valverde (já dentro do reino de Castela), o que fez com que Nuno ganhasse uma grande fama como herói nacional. Ainda que a guerra se tenha prolongado por algum tempo, e inclusivamente tivessem havido escaramuças anos mais tarde, a vitória já estava do lado português. A paz definitiva seria assinada em 1411. Pode ser significativo da fama que Nuno ganhou como herói nacional e como Condestável o facto de que Luís de Camões, o grande poeta português, incluísse uma elogiosa referência ao nosso homem, no canto IV do seu célebre poema épico Os Lusíadas, obra cimeira da literatura portuguesa do Renascimento. Também na vizinha Espanha vários autores dos séculos XVI e XVII (Calderón de la Barca ou Tirso de Molina, entre outros) louvaram a nobreza e a heroicidade do já mítico Condestável.

Mas, pouco mais tarde, a desgraça abateu-se sobre o Condestável. Em 1387, morre a sua esposa, D.ª Leonor de Alvim, que residia no Porto com a filha dos dois. Depois, o ainda jovem Nuno negou-se a contrair novo casamento. A vida de piedade e penitência (que sempre tinha tido) acentua-se sobremaneira e o Condestável, herói de tantas batalhas, famoso guerreiro ao serviço do rei, vai, a pouco e pouco, adquirindo a reputação de homem piedoso e santo.

Há que situar, nestes anos, a sua intervenção decisiva para a construção (entre outros templos e conventos) do convento e da igreja dos carmelitas, em Lisboa, cumprindo assim uma promessa votiva feita a Nossa Senhora. Consta que teve contacto com a Ordem através de um antigo companheiro de armas que se tinha feito carmelita no convento de Moura, D. João Gonçalves, e do Frei Afonso de Alfama, Vigário da Ordem em Portugal, com quem parece que tinha grande confiança e amizade. Foi escolhido, para localização do dito convento, um dos lugares mais altos de Lisboa. As obras duraram mais de oito anos. Os carmelitas, vindos do convento de Moura, instalaram-se no celebérrimo “Carmo” de Lisboa no dia 15 de Agosto (mais uma vez) de 1397, onde permaneceram até 1755, data em que o templo foi praticamente destruído pelo terramoto de Lisboa.

Em 1415, Nuno viria ainda a ter tempo de participar numa nova campanha portuguesa, desta vez para além do estreito de Gibraltar, em Ceuta, comandando e contribuindo com a sua experiência militar na expedição portuguesa que se dirigia para o referido lugar do Norte de África. Nuno, com 55 anos, sentia-se já cansado. Pouco depois aconteceu a morte da sua filha, o que provavelmente acelerou a sua decisão de se afastar do mundo e de ter uma vida totalmente entregue à penitência, à piedade e à oração.

Deste modo, em Agosto de 1423, o Condestável, figura admirada e de grande prestígio, decide, diante do espanto geral, ingressar no Convento do Carmo, que ele mesmo tinha fundado, e levar uma vida de total penitência e austeridade, como irmão donato. No dia 15 de Agosto, festa da Assunção de Nossa Senhora e data à que parece que a vida de Nuno estava intimamente ligada, vestiu o hábito Carmelita, tomando o nome de Frei Nuno de Santa Maria. Apesar das pressões de toda a ordem, recusou privilégios ou mitigações da austeridade conventual. Por intervenção de D. Duarte (filho de João I, o rei a quem Nuno fielmente tinha servido durante anos), convenceu-se, ao menos, que não fosse para um convento longínquo, como era seu desejo, para evitar visitas e homenagens que iam contra a sua vontade de total penitência e humildade. Também conseguiu o príncipe que Nuno renunciasse ao seu desejo de mendigar para o convento pelas ruas de Lisboa, como faziam os irmãos donatos.

Prova da sinceridade e da firmeza da sua vontade foi o facto de que sempre recusou ser chamado doutra maneira que não “Frei Nuno de Santa Maria”, recusando qualquer tipo de título de nobreza. Mais ainda, quando o príncipe D. Duarte quis que conservasse o título de Condestável, Nuno respondeu com humildade, mas com firmeza: o Condestável morreu e está enterrado num santuário…

Depois de oito anos de vida de penitência e de grande austeridade, Frei Nuno de Santa Maria morreu em Lisboa, no dia 1 de Abril de 1431. O seu funeral constituiu uma enorme manifestação de dor, quer por parte da nobreza e da família real (que tinham uma grande dívida de gratidão para com aquele nobre cavaleiro vencedor no campo da batalha), quer por parte dos carmelitas e de tantos devotos, que viram nele um modelo de penitência, de humildade e de desprezo das galas e honras deste mundo.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

E esta?!

Vaticano considerou mudar-se para Portugal se Papa fosse preso pelos nazis



Planos da Santa Sé à data da 2ª Guerra Mundial, caso Hitler cumprisse a ameaça de raptar Pio XI.

A notícia foi avançada pelo jornal britânico Daily Telegraph, que cita documentos dos Arquivos Secretos do Vaticano. Com base num serviço do correspondente em Roma, refere que Pio XII disse à Cúria que a sua captura pelos nazis implicaria a sua resignação imediata, abrindo caminho à eleição de um sucessor.

Nessa eventualidade, os prelados teriam de se refugiar num país seguro e neutro, provavelmente Portugal, onde iriam restabelecer a liderança da Igreja Católica Romana e eleger um novo Papa, escreve o jornal.

Já estava documentado que Adolf Hitler admitia a hipótese de raptar o Papa, mas é a primeira vez que aparecem pormenores sobre a estratégia a seguir pelo Vaticano no caso dos nazis porem em prática esse plano.

"Pio disse que se o quisessem prender teriam de o arrastar do Vaticano" afirmou Peter Gumpel, o padre jesuíta alemão encarregado de investigar a possível santificação desse Papa, tendo por isso acesso aos arquivos secretos do Vaticano.

Pio, que foi Papa durante a guerra, disse aos seus conselheiros que "a pessoa que sair nessas condições não será Pio XII mas Eugénio Pacelli", o seu nome antes de ser eleito pontífice, dando assim luz verde para a eleição de um novo Papa, acrescentou.

"Teria sido desastroso se a Igreja tivesse ficado sem um chefe com autoridade", sublinhou o padre Gumpel.

Disse ainda que Pio XII, apesar de ter sido convidado reiteradamente para ir para Portugal, Espanha ou os Estados Unidos, não sairia do Vaticano de livre vontade mas sentia que não poderia deixar o Vaticano sob aquelas graves e trágicas circunstâncias.

Os documentos do Vaticano, que permanecerão secretos, parecem provar que Pio XII tinha conhecimento do plano formulado por Hitler em Julho de 1943 para ocupar o Vaticano e prender o Papa e os seus principais cardeais.

Em Setembro de 1943 - dias depois da Itália ter assinado a 03 de Setembro o armistício com os Aliados e das tropas alemãs terem ocupado Roma - Pio XII disse aos seus adjuntos que acreditava na sua captura iminente.

O general Karl Otto Wolff, das SS, recebeu ordem para "ocupar o mais rapidamente possível o Vaticano, garantir a segurança dos arquivos e dos tesouros artísticos, e transferir o Papa, juntamente com a Cúria, para que não caíssem nas mãos dos Aliados e exercessem influência política.

De acordo com historiadores, Hitler ordenou a operação por temer que Pio XII continuasse a criticar o tratamento dos judeus pelos nazis e que a sua oposição inspirasse resistência aos alemães em Itália e noutros países católicos.

Estas revelações, segundo o Daily Telegraph, são interpretadas por alguns analistas como uma tentativa do Vaticano para fazer avançar o processo de santificação de Pio XII.

Pio XII foi acusado de anti-semitismo e de alguma simpatia pelo regime nazi, nomeadamente por John Cornwell no seu livro de 1999 "Hitler's Pope", mas outros historiadores católicos e judeus contrapõem que o Papa enfureceu os nazis por ter condenado o Holocausto e por ter desenvolvido diligências para salvar judeus italianos que de outro modo teriam sido enviados para os campos de extermínio.


in Jornal de Notícias

terça-feira, 21 de abril de 2009

Para ti

Anita:

Chegaste ao fim de uma etapa...
Já estás a começar outra...

Encara este início com coragem,
Com muita força e vontade,
Com temperança e perseverança,
Com muita confiança,
Para ultrapassares as derrotas e saboreares as vitórias
Tendo a certeza que Ele sempre te acompanha!

...

E nós também!

Os teu manos

domingo, 19 de abril de 2009

De regresso

E já passaram aquilo a que chamamos "férias da Páscoa"!
A partir de agora contam-se os dias; contam-se as semanas; contam-se os meses!
O fim aproxima-se... O início está a começar!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O que é isto?!



Num primeiro momento todos riem. Num segundo momento todos choram.
Uma palavra: fantástico!

sábado, 11 de abril de 2009

TRIUDO PASCAL

Para a sociedade em geral, a Semana Santa converte-se, às vezes, apenas em dias de festa, em formas de férias ou pelo menos uma ponte maior. O seu pleno sentido devemos procurar entende-lo nós, comunidade dos cristãos, para quem esta semana é principalmente um momento intenso de fé: acompanhamos Cristo no seu caminho de Páscoa, e fazemo-lo não apenas recordando um aniversário – “numa Primavera como esta Cristo morreu e ressuscitou” – pois nas celebrações litúrgicas entramos em sintonia com a Páscoa do Senhor e participamos nessa “passagem”: através da morte a vida nova de Cristo Jesus.

Quinta-feira Santa

A Quinta-feira Santa é o último dia da Quaresma. Nesse dia também recebemos um triplo testamento de Jesus.
1. A Eucaristia, o sacramento central dos cristãos. No dia da sua instituição participamos nela e, aproveitando para guardar o Pão Eucarístico para a celebração de Sexta-feira Santa, prolongamos a sua adoração diante do Sacrário.
2. A caridade fraterna, porque a Eucaristia é o melhor sinal de entrega de Cristo por todos e deve sê-lo também da nossa fraternidade. Por isso, Jesus fez na Ceia o gesto simbólico do “lava-pés”, como lição de serviço por parte dos que têm autoridade: “Fazei vós do mesmo modo: lavai os pés uns aos outros”.
3. O ministério ordenado: na comunidade, os bispos, os presbíteros e os diáconos, representam a Cristo, Bom Pastor, e devem ir também à frente na atitude de serviço e entrega.
Na Quinta-feira Santa somos convidados a acolher esta herança da Eucaristia e da fraternidade, imitando desse modo o proceder de Cristo.

Sexta-feira Santa

Neste dia fazemos uma intensa Memória da morte de Cristo na Cruz. A Cruz é o centro das atenções neste dia.
Há dois momentos importantes na celebração litúrgica deste dia: o primeiro é a leitura da Paixão de Cristo segundo São João, a história marcante do seu caminho seu caminho para a morte; e o segundo é como que a resposta a essa leitura: todos os presentes adoram a Cruz. A seguir participamos na comunhão desse Corpo entregue por Cristo.

Sábado Santo

O ponto mais alto deste dia é a celebração da Vigília Pascal, grande noite dos cristãos, a sua festa principal.
A celebração faz-se de noite símbolo da noite em que ressuscitou Cristo e a Sua vitória sob todas as trevas.
Outro símbolo cósmico é a água. Esta é a noite baptismal por excelência. Submergir-se com a água expressa que por meio do Baptismo cada um é submergido na experiência pascal de Cristo morto e ressuscitado. A água é símbolo de purificação e nascimento para uma vida nova.
E finalmente, o simbolismo do pão e do vinho. O Senhor Ressuscitado, que agora está numa existência gloriosa, assume esse pão e vinho e converte-se na sua própria Pessoa e no seu Corpo. força e a sua graça. Nesta noite a Eucaristia é mais importante de todo o ano para os cristãos.

domingo, 5 de abril de 2009

Acontece...

Pois! Quando menos se espera as coisas acontecem...
Eram por volta das oito da noite de terça-feira. Tudo estava a andar bem... Mesmo esta pequena máquina... Estava... Queria começar a trabalhar nuns assuntos inadiáveis mas, para meu espanto, a máquina não liga. Sim... O computador não entra no sistema, ficando a remoer, remoer e nunca mais saía do sítio. Isto não uma nem duas, mas uma tantas vezes...
Tinha acabado de avariar...
O que será? Disco? Sistema? RAM? Sei lá... O que mais me admirou é que à uma hora e pouco ele estava a funcionar perfeitamente...

Solução: levar a máquina ao técnico.

Na quarta-feira lá vou. Na loja recebo uma "boa" notícia. O disco tinha pifado!
Começo a pensar no que perdi... Música; imagens; alguns textos de menor importância; relatórios da AET; o Estrela Polar... Coisas que não me preocupam... Alguma coisa para um portefólio (nem sei escrever isso...) mal entendido...
E a tese?! Pois... Afinal isso também tinha ido ao ar (umas singelas 12 páginas). Mas, há quem as tenha... Graças a Deus... E a mim... :-)

Agora já o tenho de volta, totalmente novo e renovado, com um "time machine" actualizado e pronto para outra... lol

segunda-feira, 30 de março de 2009

Chocolate Quente

Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.

Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho.

O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se gostariam de tomar uma chávena de chocolate quente.

Todos se mostraram interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade de chávenas, todas diferentes - de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras caríssimas..

Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade.

Quando já todos tinham uma chávena de chocolate quente na mão, disse-lhes:

- Reparem como todos procuraram escolher as chávenas mais bonitas e dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas... Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos vossos problemas e stress.

A chávena por onde estais a beber não acrescenta nada à qualidade do chocolate quente.

Na maioria dos casos é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber.

O que vós realmente queríeis era o chocolate quente, não a chávena; mas fostes conscientemente para as chávenas melhores...

Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do professor, este continuou:

- Considerai agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; o dinheiro e a posição social são as chávenas.

Estas são apenas meios de conter e servir a vida. A chávena que cada um possui não define nem altera a qualidade da vossa vida.
Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na chávena acabamos por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu.
As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem aproveitar ao máximo tudo o que têm.

Vivei com simplicidade. Amai generosamente. Ajudai-vos uns aos outros com empenho. Falai com gentileza...... e apreciai o vosso chocolate quente.

Autor desconhecido

sábado, 28 de março de 2009

POR FAVOR! FAÇAM O QUE DIGO!!!


"Se todos fizessem o que já fiz, se calhar Portugal já era campeão do mundo".

Sim! O nosso Cristiano Ronaldo, melhor jogador de futebol do Mundo em 2008, (e, quem sabe, dos arredores), teve esta declaração na conferência de imprensa de ontem.
É claro que se todos fizessem o que ele fez Portugal seria campeão. Resta saber em quê...

Olhando para a figura deste jogador e para o que ele fez, Portugal seria um país extremamente irritante e vaidoso! Seria um país de muitas "namoradas" de dia sim e dia não! Não seria pobre nenhum (salve-se isto)! Tiria uma garagem bastante apetrechada e uma casa para os pais, irmãos, cunhados, amigos, amigos dos cunhados e dos irmãos, etc...
Ao nível desportivo ganharíamos alguns prémios individuais e outros tantos colectivos, mas campeões do mundo ao nível da Selecçãos?! Vai lá vai...

O sr. Cristiano está a esquecer-se de uma coisa: é que se todos jogassem na Selecção como ele joga, o mais provável era nem irmos à fase final de qualquer competição internacional, muito menos ganhar coisa alguma. Mais, ele está a esquecer-se que as competições só se ganham quando há um colectivo forte e unido. Declarações de um "míudo" referindo que os "trintões" não jogam como ele logo não ganham unem cada vez mais o balneário?! (refira-se que cada vez mais temos uma Selecção mais unida ... em torno de alguns empresários) Errado!!!

Ande lá sr. Cristiano! Preocupe-se em jogar "à bola" e não ao "eu sou bom e vocês não valem nada"! Assim é que se ganham jogos...
Outra coisa, o "se calhar" fica tão bem na frase... :-)

quarta-feira, 25 de março de 2009

A brincar, a brincar...

A polémica em torno da arbitragem da final da Taça da Liga entre Sporting e Benfica chegou à Igreja quando um pároco em Lisboa, fervoroso sportinguista, anunciou que não irá baptizar meninos com nome Lucílio.

"Aproveito para vos anunciar que, enquanto for responsável por esta paróquia, não faço intenções de baptizar nenhum menino chamado Lucílio. Queiram dispor para tais propósitos dos serviços de uma paróquia vizinha", anunciou domingo o padre João José Marques Eleutério antes do tradicional "Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe".

Na missa dominical, celebrada todos os domingos às 12h30 na igreja do Rato, o pároco manifestou-se assim "incomodado" com a arbitragem de Lucílio Baptista no jogo da Final da Taça da Liga.

O árbitro tem sido criticado pelo Sporting por ter assinalado uma grande penalidade inexistente que aos 72 minutos deu o empate 1-1 ao Benfica, que acabou por conquistar o troféu no desempate por penalties.

"É verdade que sou sportinguista desde sempre e que falei, durante a missa, do resultado vergonhoso entre o Benfica e o Sporting", disse à Lusa o padre João Eleutério.

"Foi uma brincadeira e os paroquianos já sabem que eu gosto do Sporting e gosto de fazer piadas", disse o sacerdote, garantindo no entanto que nenhuma criança ficará por baptizar: "se não for eu, será outro sacerdote".

Sócio do Sporting Clube de Portugal e atleta durante vários anos, João Eleutério não consegue "ficar indiferente" ao clube.

"Custa muito perder da maneira que perdemos no sábado, frente ao Benfica. Vai ficar sempre a suspeita de que o árbitro não foi correcto", frisou o sacerdote.

João Eleutério não imaginou que o 'aviso' que fez no final da missa dominical seria objecto de crónicas em blogues e motivo de comentários por parte de alguns paroquianos.

"Foi mesmo uma brincadeira, mas a verdade é que o Sporting está constantemente a ser prejudicado pela arbitragem", disse à Lusa.

Na memória do sacerdote, tal como o último Benfica/Sporting, está ainda um jogo realizado há dois anos com o Paços de Ferreira.

"O Sporting perdeu o campeonato por ter perdido o jogo com o Paços de Ferreira, onde foi marcado um golo com a mão", finalizou o padre João Eleutério.

in Público